Como me tornei uma “Risk-Taker” – Pan American School

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Como me tornei uma “Risk-Taker”

Olá!

Eu sou Fernanda Marcondes, mais conhecida como a mãe do Lucas e da Júlia. É engraçado quando chega este momento na nossa vida em que você se torna mãe ou pai de alguém e seu sobrenome já não tem mais tanta importância.

 

Fui convidada a escrever um post sobre ser “risk-taker”. Fazer uma viagem ao meu passado para entender quando foi que eu me tornei uma “risk-taker” e como isso tem influenciado na minha família hoje, foi um grande presente pra mim. Muitas memórias carregadas de sentimentos e até uma certa nostalgia.

 

Acho que tudo começou quando eu tinha 15 anos. Como toda menina daquela época, adorava assistir uma série chamada “Anos Incríveis”, na TV Cultura. Esta série despertou em mim o sonho de fazer um intercâmbio nos EUA. Desejava ir para uma escola como aquela, com “lockers”, longos corredores, jogos com “cheerleaders”, ter todos os privilégios de ser “senior” e poder ir ao famoso “prom” (baile de formatura). E claro, ter tão bons amigos como Kevin Arnold e Winnie Cooper.

 

O sonho se transformou em meta para mim, e um ano depois aquela garota que nasceu no Sul de Minas estava morando na Carolina do Sul nos EUA, em uma casa de família completamente desconhecida, descobrindo todas as maravilhas e dificuldades desta escolha. Porém, sem dúvida, vivendo um dos melhores momentos da minha vida.

 

Depois daquela experiência que me transformou para sempre, eu entendi que eu poderia fazer tudo aquilo que eu quisesse, e que as oportunidades vêm carregadas com um certo nível de medo e insegurança, mas o medo somado ao amor de família nos dá forças para seguir em frente com confiança.

 

Este mês completei 38 anos e após 12 anos de casamento e dois filhos incríveis, Porto Alegre é a quarta cidade que vivo com a minha família. A adolescente que encarou a oportunidade de ir para os EUA com 16 anos é a mesma mulher que aceitou o convite de uma multinacional para ser expatriada para o Equador aos 23 anos. O que era trabalho se transformou em amor e hoje junto a Juan Carlos temos a nossa família.

 

Eu posso dizer, sem dúvidas, que o Lucas e a Júlia também são “risk-takers”. Cada mudança que a nossa família tem feito, do Equador para Colômbia e agora de novo para o Brasil, eles têm vivido com confiança e coragem, vendo em cada mudança uma oportunidade para crescer, aprender e fazer novos amigos.

 

Lucas me contou na semana passada que ele ama sua idade e seus amigos. Que nunca se sentiu tão feliz. Um dia nós teremos que dizer adeus para Porto Alegre e para a nossa amada PAS POA, o que não será fácil para nenhum de nós. Porém, depois de tudo que tenho vivido, entendo que a melhor parte de ser uma família expatriada e “risk-taker” é que nós vivemos cada experiência com muita intensidade; curtindo nossos amigos e fazendo de cada momento uma memória especial que perdurará para sempre.

Fernanda